Deslizar sentidos
terça-feira, 27 de outubro de 2009
aproximação
“Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada. Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor, chegue mais perto”. Caio Fernando Abreu
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
querido diário...
Vai parecer muito meu querido diário, mas e daí?
Hoje eu vendi minha máquina de lavar roupa. Eu vi a máquina sendo levada embora, lavei minha última calça jeans. Tá, milhões de pessoas têm uma máquina de lavar roupa, várias estão usando nesse momento. Mas para mim foi o ponta pé inicial que o apt não é mais meu, aquele sentimento que tava sendo guardado dia após dia, começou a vir com total força. Sentimento de homeless, sentimento de "e agora?", muita coisa acontecendo. Daqui uns dias, vou fazer a primeira mala de roupas. O que me espera?
Eu que sempre quis mudar, com metas futuras e desbravar o mundo, estarei retornando para o lugar que conheço como a palma da minha mão. Eu sei que parece babaca, mas voltar não me parece um plano bom agora. É um plano racional. A máquina agora vai ser a da minha mãe, o fogão, o quarto, a tv...
Vou começar a construir novos planos, mas não agora. Agora eu quero ver meu apt ficando na lembrança.
Tá foda-se, mas eu achava uma maravilha colocar roupa na máquina, fazer um cafézinho e esperar ficar tudo limpo, pq eu tive que lavar roupa na mão ou guardar tudo em sacos para levar p brasília, e lavar na minha mãe. Então, desculpa o ar querido diário, mas eu precisava.
Para quem não tinha respostas, agora tem até demais.
Hoje eu vendi minha máquina de lavar roupa. Eu vi a máquina sendo levada embora, lavei minha última calça jeans. Tá, milhões de pessoas têm uma máquina de lavar roupa, várias estão usando nesse momento. Mas para mim foi o ponta pé inicial que o apt não é mais meu, aquele sentimento que tava sendo guardado dia após dia, começou a vir com total força. Sentimento de homeless, sentimento de "e agora?", muita coisa acontecendo. Daqui uns dias, vou fazer a primeira mala de roupas. O que me espera?
Eu que sempre quis mudar, com metas futuras e desbravar o mundo, estarei retornando para o lugar que conheço como a palma da minha mão. Eu sei que parece babaca, mas voltar não me parece um plano bom agora. É um plano racional. A máquina agora vai ser a da minha mãe, o fogão, o quarto, a tv...
Vou começar a construir novos planos, mas não agora. Agora eu quero ver meu apt ficando na lembrança.
Tá foda-se, mas eu achava uma maravilha colocar roupa na máquina, fazer um cafézinho e esperar ficar tudo limpo, pq eu tive que lavar roupa na mão ou guardar tudo em sacos para levar p brasília, e lavar na minha mãe. Então, desculpa o ar querido diário, mas eu precisava.
Para quem não tinha respostas, agora tem até demais.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
away!
Definitivamente, eu não sei esperar. Não sei ter paciência para esperar. Minha vida está sem rumo, não sei volto, se fico. Tudo depende da espera. E como fica ansiosidade? Não sei. Estou lidando todos os dias. Quando começo a pensar no que pode acontecer, o humor muda, a vontade de resolver corre em minhas veias rapidamente. Como resolver? Esperando. Foda! Eu estou em modo "away", pq nada sei da minha vida nesse momento. Eu sei que em um mês eu vou escrever dizendo que algumas coisas já estão resolvidas. Mas hoje eu sou angustiada!
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